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É hora de voltar!

Posted in Blogs with tags on 29/12/2011 by Juraski

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New York By Night – Boatos (Vampiro: A Máscara)

Posted in CENÁRIOS, New York By Night (VM), Vampiro - A Máscara with tags , , , , , on 30/01/2011 by Victor
Vampiro: Guia do Jogador

Vampiro: Guia do Jogador

A Camarilla usou vários artifícios para conquistar NY. Trago alguns boatos (idéias) para ajudar nas campanhas, todos tendo a visão da família (podendo ser ou não verdade, estar ou não deturpado):

– Exército iniciou uma guerra conta o terrorismo, pelo menos foi esta a história contada para esconder a verdade: lacaios localizando e deixando ao sol vampiros mais velhos do Sabá.

– Um Mago ou alguns deles tentaram mostrar aos Lobisomens qual lado eles estavam ajudando sem saber! Dizem que foram exterminados pelo Gangrel e que pode desencadeado uma guerra silenciosa entre Camarilla e os Despertos!

– Os Lobisomens foram enganados a ponto de acreditar que estavam numa guerra contra todos os Cainitas (sem saber que só atacavam o Sabá).

– Há um Gangrel aliado a Príncipe, com aparência e poder bestiais. Alguns ousam dizer que ele pode se parecer com um Lobisomem!

– Alguns Lasombra se juntaram a Camarilla.

– A cidade sofre com um problema de superlotação de Caitiffs.

– Alguns anciões dos Ventrue começam a almejar o principado.

– Os Nosferatu se mesclaram com os Nosferatu Antitribu que permaneceram por ali.

Jovens cavaleiros que passam por aqui, sintam-se confortáveis para sugerir qualquer boato, nada como novas idéias!

Escolhendo um sistema…

Posted in ARTIGOS, CENÁRIOS, Recomendações, RPG, RPG, Vampiro - A Máscara with tags , , , , , , , , , , , on 27/12/2010 by Victor

GURPSAtaques inesperados de uma nave alienígena me impediram de estar aqui até agora, mas voltei!

Estou pensando em uma campanha e sempre a dúvida de qual sistema escolher. Ah sim, a idéia principal que criei pode ser transportada para qualquer sistema com pouco trabalho. Como ainda não a coloquei em prática, não a discutirei aqui, mas a idéia é discutir a flexibilidade de um sistema.

Como a idéia é sobre algo com um pouco de suspense em terror, elegi três principais sistemas que conheço para jogar: GURPS Space, Vampiro: A Máscara e Mundo das Trevas. E aí eu ouço a pergunta em coro: “GURPS? Qual a relação com os outros?”.  Resposta simples, GURPS é perfeito para qualquer coisa!

Mundo das Trevas, jogar com humanos é muito interessante, mas também o que pode fornecer a pior experiência para os jogadores. Então embora tenha cogitado ele, esquecido foi!

Vampiro: A MáscaraGURPS Space seria perfeito, um cenário que existem vários mundos e cada um pode se comportar de formas totalmente diferente. Problema que encontrei foi justamente a complexidade das regras de criação de personagem e desenvolvimento, principalmente para um grupo iniciante.

Vampiro: A Máscara foi o escolhido, além dos itens já citados, o sistema que eu mais conheço e tenho intimidade. Claro que isso facilita nas improvisações que irão acontecer no meio do jogo. Quanto mais confortável está com um sistema/cenário mais fácil é narrar livremente sem “medo” de errar. Outros pontos interessantes que me levaram a escolha deste foram o foco na interpretação e simplicidade das regras (que devo abolir na maioria!).

Mundo das TrevasE outros sistemas? Bom, Vampiro: O Réquiem eu não considerei por não ter terminado o livro. Mago: A Ascensão eu descartei por achar que não conseguiria atingir o grau de profundidade que eu queria! Lobisomem: O Apocalipse foi altamente cotado, mas me daria o triplo de trabalho, primeiro ajustar os conceitos de forma mais dramáticas e depois conhecer melhor o cenário. D&D eu até cogitei, mas o único que tenho é a terceira versão e minha história não se adequaria tão bem assim!

Claro que os critérios que usei se aplicam a história, experiência dos jogadores, minha experiência, simplicidade.

Reverse Space – Nash Kusanagi (PC)

Posted in CENÁRIOS, GURPS, Reverse Space, RPG with tags , , , , on 09/12/2010 by Victor

Faz tudo, Jogador Ramon.

Minha origem, eu não sei direito, a única coisa que me dizem, é que fui criado por um humano, chamado Dr. Kusanagi, fui projetado com o DA dele, por isso, tenho seu sangue, e posso chamá-lo de pai. Kusanagui também criou outro, ou melhor, outra, Motoko Kusanagi, como fez comigo, ele também usou o DNA dele. Motoko, é minha irmã gêmea, temos mesma aparência, altura peso força inteligência e agilidade, só nos diferenciamos no sexo. Sim, somos andróides.

Nunca chegamos a conhecer o Dr. Kusanagi, desde que me lembro, eu sou membro de um grupo composto apenas por robôs. Eles dizem que eram humanos, que tiveram seus corpos destruídos, e suas mentes presas em maquinas, minha Irma e eu somos os únicos “modelos perfeitos”. Criados para viver com humanos, estudá-los, e conhecê-los, nos fomos enviados para Celtico, com a simples missão: viver e aprender com humanos. Não havia mais nada em nossa programação, o resto era com a gente. Alugamos um pequeno apto, e procuramos empregos, eu comecei como fritador de hambúrguer na lanchonete do Joe, até que uma vez eu peguei uns assaltantes na rua, e os levei a policia. Logo fui convidado para me unir a eles, aceitei.

Motoko e eu fomos construídos com bela aparência (Dr. Kusanagi, tinha bom gosto), por isso, sempre chamamos a atenção do sexo oposto, mas como nós não tínhamos conhecimento sobre tal relação, nada fazíamos. Muitas horas lendo livros e mais livros, sobre amor, sexo e reprodução. O tempo passou, e minhas habilidades na policia chamaram a atenção dos federais, eles me queriam trabalhando no palácio da imperatriz, perguntei se haveria um lugar para minha irmã, eles a testaram, e obtiveram os mesmos resultados que conseguiram comigo. Impressionados, fomos contratados, e levados para presença da imperatriz. Ela se chamava Cristine, era uma mulher jovem e bonita. Quando lá eu estava, conheci umas pessoas, e a partir deste momento, minha vida mudaria para sempre.

Russel Nash, um homem de poucas palavras metido a durão, Jordam Mcfried, um exímio piloto de caça estrelar, Anabelle Moostar, um linda loira que pilotava grandes naves e por último Maya Amano, uma bela senhorita oriental, cujo meus circuitos faiscaram desde o primeiro encontro. Eu e minha maninha deveríamos nos juntar a eles, para uma missão de reconhecimento. Logo descobri que meus novos amigos não eram normais, possuíam poderes que nunca imaginei que os humanos tinham poderes da mente, ou psíquicos como eles dizem. Alem disso, usavam fantásticas armas, que mesmo a tecnologia super avançada de meus criadores não conhecia a espada de luz.

Mas as surpresas não acabaram por aí, logo encontramos um vilão, um tal de Kislev, possuía poderes parecidos com os dos meus amigos, só que bem maiores, queria raptar nossa querida imperatriz, mas com muito esforço, nos o assustamos, e ele foi embora. Eu tentei por mais que eu pude, mas um dia meus amigos descobriram a verdade sobre mim, e embora eles neguem, ficaram muito decepcionados com a verdade, especialmente Maya. Eu sempre visitava meus mestres para receber novas armas e upgrades, como a blindagem termo-ótica, a bio shot, e outros aparelhos e melhoras no meu corpo. Tais coisas me deixavam mais máquina, e menos humano, mas não era isso que eu queria, não era assim que eu me sentia.Fui criado para ser o humano perfeito, mas receio ter me tornado perfeito demais, eu queria fazer parte deles. Eu queria ser humano também. Eu olhava para o parque, papais e mamães passeando com seus filhos, e se divertindo, eu sentia falta de algo, eu queria saber, se um dia eu fui humano, ou se poderia ser….

Mesmo depois da verdade, a senhorita Maya, ainda era muito próxima de mim, eu pensava muito nela (o que causava um ciúme em Motoko), eu tinha que para com isso, eu era só uma maquina, mas ela discordava, dizia que eu era muito mais humano que muitos humanos que ela conhecia que eu era bom e me importava com os outros. Isso era bom de se ouvir, a senhorita Maya gostava mim, isso eu já percebi, mas não do jeito que eu gostava dela.Muitas missões se passaram e um dia conhecemos um cara chamado Billy Fett, parecia um cara legal, só que mais tarde, ele nos traiu, mas foi morto por um soldado sem importância chamado Haroldo.Ouve uma vez que Russel Nash foi morto, mas Maya o ressuscitou, sacrificando seus poderes.Ela fez isso por ele, quer dizer que ela o ama…só que não era bem isso, depois de uma conversa, Russel me disse que Maya era apaixonada por mim…falei com ela, e revelei meus sentimentos também.

Algum tempo depois, a sombra de Kislev voltou a nos assombrar, ou melhor, a Maya, o desgraçado a perseguia e queria matá-la, passei a morar com ela, para vigiá-la. Kislev voltou a aparecer, mas desta vez, Russel e eu o matamos. Junto com ele vieram umas criaturas gosmentas, que por algum motivo querem me destruir, mas nos cuidamos delas também. Até que um dia, eu recebi o maior dos upgrades que meus mestres poderiam me dar. Depois de muitas experiências, eles desenvolveram, um… er…uma genital masculina para mim…(SIM EU NÃO TINHA!!!) e é lógico que eu o testei assim que encontrei a Maya…

Com o passar do tempo, nos enfrentamos verdadeiras guerras, eu e meus amigos lutamos contra diversos inimigos, e no meio da das batalhas, Maya me presenteia com duas lindas filhas gêmeas!!! Seus nomes eram Mary e Jane. Depois disso, eu e Maya, resolvemos nos aposentar das aventuras, pois agora, temos uma coisa com que se preocupar, ou melhor, duas, as mais lindas que eu já vi, eu adoro sair com elas para passear no porque domingo de manha, estamos muito felizes, e para mim, chega de lutas, eu só quero paz, para viver com minha família, mas infelizmente, as coisas não funcionam assim…

Começando a Narrar…

Posted in ARTIGOS, Recomendações, RPG, RPG with tags , , , , , , , on 25/11/2010 by Victor

Ah jovem cavaleiro que anda por estas aventuras, seria corajoso suficiente para encarar narrar uma partida? Sim acho que coragem é o fator decisivo, mas por quê?

Quando eu narro vampiro (e até alguns outros) eu sempre tive um problema: conhecer o território. Como vampiro usa um cenário similar ao nosso, se eu jogar em São Paulo (cidade que resido) com algum jogador que conheça vai me contrariar a cada 2 minutos! Em um cenário totalmente fantasioso criado por tu, qualquer coisa é irrefutável, mas quando usa de um livro ou baseado em um real… Como procuro cidades grandes eu já situo em algo tipo NY, onde meus jogadores não conhecem!

Outro ponto que pode dar uma dúvida é o fato de não saber as regras. Bom, sobre isto serei breve: E daí? As regras não são a base, lembre-se disto!

Financeiro, caro não é? Compre um mais barato, faça uma economia, peça de presente, use teu 13º…. Infelizmente como tudo em nosso país os livros são caros, mas só assim que poderemos manter as editoras publicando os livros. E ainda se já tiver um grupo você pode narrar um jogo que alguém já tem o livro.

Ter uma história, agora sim achou a base e a motivação.  Particularmente não gosto nem aconselho histórias criadas de cabo a rabo, muito trabalho e qualquer desvio dos personagens e toda ela pode ir por água abaixo. Gosto de criar acontecimentos que darão um caminho para a história, mas como eles são dispostos no jogo só descubro conforme tudo vai acontecendo. Gosto muito de improvisar também, quem disse que o futuro já está escrito?

Agora respeito entre todos é fundamental, até porque quem sentar como narrador tem a responsabilidade de manter todos os jogadores seguindo suas regras, poderíamos montar um ringue se os jogadores começassem a discutir todas as regras ou decisões do narrador!

Encare o novo, tente, valerá à pena! Na minha antiga mesa de jogo 85% dos jogadores também narravam!

Reverse Space – Haroldo Stuk (PC)

Posted in CENÁRIOS, GURPS, Reverse Space, RPG with tags , , , , on 25/11/2010 by Victor

Reverse Space

Reverse Space

Piloto de caça, Jogador Kleysson.

Nossa, acho que vai passar agora o Programa do Jô-selito.

(liga a TV):

(Jazz ao fundo e um gordo estranho dançando…)

– Uou!!! (o gordo faz um gesto com a mão e a música cessa…)

– Boa noite, hoje tem um convidado especial, todos já ouviram falar dele, ele salvou Céltico desse “quase desastre” que ocorreu há algum tempo. Pra quem não sabe, ele é piloto de caça da federação -aliás, obrigada federação, por liberar-lo a vir até aqui-, tem 42 anos, é viúvo e cozinha que é uma beleza. Vem pra cá Haroldo!

(volta o Jazz, muitas palmas e pára o Jazz…)

– Tá confortável aí? Quer uma poltrona maior?(hahaha)

– Não, não precisa. Ah, boa noite Jô, eu sempre quis vir no seu programa…

– É, e eu sempre quis salvar o mundo…(hahaha)

– Hahaha… mas é verdade, eu assistia e pensava: “Nossa, um dia eu vou fazer uma coisa bem foda pra ir lá no Jô”.

– E bota foda nisso, você salvou céltico de um desastre. Impressionante o que você fez. Mas tava na cara que você ia se dar bem. Levanta um pouquinho.

– ?

– Isso fica de lado. Dá uma focalizada em nós. Igualzinho!(hahaha) Acho que você é meu irmão…

– Será? Então pelo menos alguém na família tem dinheiro.(hahaha)

– Por que, você tem algum irmão rico?(hahaha) Vamos sentar, porque a gravidade incomoda. Então, vamos do princípio. Você é filho único né?

– Sou, minha mãe não ia agüentar mais um desse porte aqui.(hahaha)

– Que nada, fica até mais fácil.(hahaha) Seus pais são Seu Avelino e Dona Florinda. Isso?

– É.

– Eles ficaram assustados quando viram você?

– Meu pai disse: “Ih, acho que esse moleque vai dá trabalho…”, aí minha mãe já foi avisando:”É, vai mesmo, porque quem vai carregar ele vai ser você…”.(hahaha)

– Mas, e depois, como é que era o Haroldinho? Era assim que te chamavam?

– Era. Eu vivia cercado de amigos. Naquele tempo dava pra brincar. Eu lembro uma vez que tava eu e um monte de amigos em cima de uma árvore. A árvore era a nossa nave mãe e nós íamos atirando as frutas nas meninas que passavam. Aí eu fui subir num galho lá e disse: “Um dia eu vou ser piloto de caça, vou viajar pelo espaçoooo…”. Foi o que eu disse antes do galho quebrar e eu cair. Todo mundo dizia que eu não conseguiria porque eu era gordo. Mas deu no que deu.

– Ainda bem que deu certo, senão eu não ia estar aqui, ia perder esse emprego.(hahaha) Desde pequeno, quer dizer, desde “fortinho” você queria ser piloto de caça?

– É, era o meu sonho.

– Bacana. E depois do tombo…Você cresceu, estudou e entrou pra federação. Ah, e na adolescência, você namorou muito?

– Mais ou menos. Elas ficavam meio longe de mim.

– Claro, com essa barriga entre os dois não dá mesmo.(hahaha)

– Mas foi melhorando. Lá pros vinte, vinte e um anos foi quando eu conheci a Marian, minha, já falecida, mulher.

– Meus pêsames. Mas, você poderia contar o que aconteceu?

– Claro, eu estava começando na federação, era um soldado que não ganhava muita coisa e a Marian trabalhava pra sustentar a casa. Ela era mecânica de naves, aprendeu muito com o pai dela. Ah, foi assim que a gente se conheceu, foi numa “festinha” do pessoal lá. Aí um dia ela tava consertando um laser de uma Asa-X quando ele explodiu na cara dela. Eu mal podia reconhecer o rosto.

– Nossa, que triste.

– Mas ela me deixou a Marolda, nossa filha, que tava com uns quatro anos naquela época.

– Ela está aqui?

– Tá sim, tá ali(apontando com o dedo).

– Ali, com uma menininha fofinha?

– É, minha neta, a Samara.

– Oi Marolda -nome sugestivo esse…(hahaha)- como é o pai Haroldo?

– Ele é maravilhoso, sempre esteve do meu lado nos momentos importantes. Até me ajudou quando eu cheguei na puberdade.

– Imagina só Jô. Quando minha filha “virou mulher”, eu não sabia o que fazer. Liguei pra minha mãe e ela deu uma força. Aliás, meus pais me ajudaram muito a criar a Marolda.

– Marolda, você é casada?

– Sou.

– E aí Haroldo, como foi que você encarou o casamento da sua filha?

– Foi mó zuzegado. Eu sempre fui um pai liberal…mas só casou porque eu conhecia o cara. Um cara bacana, o Ricardão, também é piloto da federação.

– Mas, mudando de assunto, fiquei sabendo que você curte uma festa…é verdade?

– Vixi…Acho mais fácil matar aqueles monstros do que me tirar de uma festa.(hahaha)

– Ah, falando nisso, como aconteceu essa mudança na sua vida? Como é que você, de repente, salvou o mundo?

– Ah, eu tava chegando de um planeta com uns amigos, quando estavam surgindo milhares de monstros enormes de uma nave estranha. Eu peguei minha Haroldo Blaster…

– Haroldo Blaster?

– Isso, uma arma que eu ganhei de um amigo…

– E aí?

– Aí eu comecei a atirar neles feito louco.

– Espera um pouco que nós temos umas fotos aqui…Aquele ali é o monstro?(hahaha)

– Não, sou eu pequeno.(hahaha)

– Ah, essa outra aparece você mandando ver. A barriga não atrapalhava não?

– Nem, já me acostumei.

– Nessa aqui você está no meio de um deles literalmente né?

– É, ela tava caindo em cima de mim, aí a única coisa que eu pensei foi dar um tiro na barriga dele e ficar parado. Ainda bem que o buraco foi no lugar certo e eu fiquei dentro dele, usando ele como proteção.

– Nossa, se fosse eu, ia molhar as calças…(hahaha)Mas você ficou com medo?

– Um pouco. Mas eu já tava acostumando, depois das gosmas, encarava qualquer coisa.

– Gosmas, que gosmas?

– Gosmas?Er..ah…umas gosmas que eu comi outro dia.(hahaha)

– Ah. Olha essa aí. Você tem uma bunda grande hein?(hahaha)

– É, mais ou menos. Eu tava meio estressado e acabei fazendo um bunda-lêlê pra câmeras…

– E esses amigos que você disse?Quem são, o que aconteceu com eles?

– Ah, são, er, uns amigos da federação. A gente tava vindo de Gorgólis, numa viagem de rotina…

– Eles fugiram?

– É, sim, sim, eles fugiram.

– E aqueles caras ali que estavam com você?

– Nem sei quem são. Eles apareceram e ajudaram a acabar com as coisas feias lá.

– Mas eles estão lutando contra um cara nessa foto aqui.

– Ah, sei lá, acho que era briga de vizinhos.(hahaha)

– Bem, o papo está ótimo, mas estamos chegando ao final.

(“ah…”, lamenta a platéia)

– Haroldo, obrigado pela presença…

– Eu que agradeço…

– E o nosso próximo entrevistado é um ****uma raça qualquer**** que dizem que vive apenas de luz! Daqui à pouco eu volto, “bejo do gordo”!

(desliga a TV)

Putz…

Acho que eu to fudido… eu quase entreguei o jogo quando falei daquelas gosmas…

Num devia ter ido…

Desde que eu conheci o Cap. Russel Nash, minha vida virou de pernas pro ar. Ele, e o tal de Jordan parecem ter alguma coisa de anormal…Num esqueci a vez que eu me senti voando quando o Capitão fez um gesto com a mão e uma cara feia…

Aquele Nash Kusanagi é bem forte e rápido, tem umas armas legais…putz, ele casou com a Maya…que desperdício…

Aquele Dr. Macpherson ajudou muito eles quando criou a tal arma que destrói gosmas…

Valeu à pena salvar a vida dele quando aquele idiota traidor mostrou seu verdadeiro motivo para estar naquela base…Nossa, que tiro que eu dei…Foi um só…

Num sei porque, acho que eu entrei numa fria, acho que num vou conseguir sair desse barco. Parece que eles confiam em mim. Também, depois que eu destruí aquela Estrela da Morte com um só tiro da Asa-X acho que eles ficaram impressionados.

Mas ainda não entendi a ligação,com aquele tal de Kislev. Ele também tem aquela arma de luz estranha…Ainda mais depois que aquele planeta “vivo” quase matou a gente… Até a Ten. Anabelle se voltou contra nós. Mas o que perturba mais é essa arma…Ao mesmo tempo que me sinto bem com ela, tenho quase certeza que ela me trará problemas…

Ainda mais que mal conheço o cara que me deu ela…Lembro alguém ter dito que era o mestre do Capitão…será que é uma seita religiosa?

Vou continuar ajudando eles, parecem estar fazendo o certo. Acho que com o tempo vou descobrir a verdade. E não posso parar de treinar com essa arma. Acho que vai ser a única segurança que eu vou ter.

(telefone toca)

Alô?… fala Krivtz…Minha Asa-X tá com uns upgrades?…sério?…ninguém viu?…você tem certeza?…se a federação descobrir desse tráfico de peças pra minha Asaroldo-X, eu to fudido…to indo aí…até mais…

Descrição: em síntese, é idêntico ao Gilberto Barros, pouco menos gordo.

Responsabilidade de narrar

Posted in ARTIGOS, Recomendações, RPG with tags , , , on 24/11/2010 by Victor

Cavaleiros que por aqui cavalgam corajosamente, o tempo é curto para um Primogênito! Mas aqui estou para dar umas dicas para vocês.

RPG é um dos mais diferentes jogos que pode encontrar e é importante entender isto. A maioria dos jogos que conheço consiste em ter regras bem definidas com pouca flexibilidade onde um jogador não altera drasticamente nada. Não estou consumindo sangue com drogas ilícitas!

Pense em um jogo de futebol, ter um cara que se acha o mais pode ser engraçado quando você der um chapeuzinho nele. Agora imagine este cara que se acha conduzindo uma história e tendo “poder” para alterar tudo ao bel prazer dele. Narradores com este estereótipos tendem a perder seus jogadores e a desestimular os jogadores menos experientes.

É uma situação delicada quando isto acontece. Para jogadores sem fortes vínculos com este narrador, cara, procura outro grupo e boa!

Agora você narrador, você mesmo, que se acha o cara, que quer ver os personagens sofrendo em tuas garras, que ri enquanto os jogadores choram a perda dos personagens, cai na real! Narrador é o responsável por propor uma história, tecer a trama e criar algum desafio (nem precisa ser uma guerra, alguns dos maiores desafios estão dentro de cada um). Lembre-se que todos querem se divertir e os narradores não são mais importantes que os outros jogadores, só estão assumindo papeis diferentes para aquela partida.

Sem desmerecer teus conhecimentos que foram adquiridos de várias horas lendo infinitos livros, este conhecimento só serve para enriquecer uma história e não para tirar os jogadores com menos conhecimento. Lembre-se o que o Tio Ben falou: “Grandes poderes trazem grandes responsabilidades!”