Archive for the RPG Category

RPG nights! With some fun =D

Posted in Dungeons & Dragons 4ª Ed., Imagens on 15/03/2011 by Lessandro

Apenas um teste

Um dos momentos "fail" de Yuki, o Failticeiro

Um teste para ver como fica! Colocando balões nas imagens dos jogos de sexta e domingo de D&D 4ª edição =D

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New York By Night – Boatos (Vampiro: A Máscara)

Posted in CENÁRIOS, New York By Night (VM), Vampiro - A Máscara with tags , , , , , on 30/01/2011 by Victor
Vampiro: Guia do Jogador

Vampiro: Guia do Jogador

A Camarilla usou vários artifícios para conquistar NY. Trago alguns boatos (idéias) para ajudar nas campanhas, todos tendo a visão da família (podendo ser ou não verdade, estar ou não deturpado):

– Exército iniciou uma guerra conta o terrorismo, pelo menos foi esta a história contada para esconder a verdade: lacaios localizando e deixando ao sol vampiros mais velhos do Sabá.

– Um Mago ou alguns deles tentaram mostrar aos Lobisomens qual lado eles estavam ajudando sem saber! Dizem que foram exterminados pelo Gangrel e que pode desencadeado uma guerra silenciosa entre Camarilla e os Despertos!

– Os Lobisomens foram enganados a ponto de acreditar que estavam numa guerra contra todos os Cainitas (sem saber que só atacavam o Sabá).

– Há um Gangrel aliado a Príncipe, com aparência e poder bestiais. Alguns ousam dizer que ele pode se parecer com um Lobisomem!

– Alguns Lasombra se juntaram a Camarilla.

– A cidade sofre com um problema de superlotação de Caitiffs.

– Alguns anciões dos Ventrue começam a almejar o principado.

– Os Nosferatu se mesclaram com os Nosferatu Antitribu que permaneceram por ali.

Jovens cavaleiros que passam por aqui, sintam-se confortáveis para sugerir qualquer boato, nada como novas idéias!

Uma visão de New York para Vampiro: A Máscara

Posted in CENÁRIOS, RPG, Vampiro - A Máscara with tags , , , , on 02/01/2011 by Victor

Vampiro: A MáscaraEstava precisando de um cenário para narrar algumas aventuras de Vampiro: A Máscara. Queria algo um pouco diferente e que eu sentisse total conforto em alterar qualquer característica e acontecimento. Então descrevo o que formulei, sinta-se a vontade para usar, opinar, alterar, descartar…

Pelo que eu conhecia NY era um território do Sabá, então a idéia foi muito simples: A Camarilla usou sua influencia política e força bruta de várias crianças da noite e retomou a cidade a cerca de quinze anos.

Com isso, a população da cidade é nova e amedrontada, com muitas crianças da noite. O principado ficou na mão de uma cainita Brujah. Muitos anciões, principalmente de clãs como Ventrue, ainda tem receio de entrar na cidade.

A maioria dos cainitas do Sabá foram exterminados ou fugiram, embora alguns ainda continuem na cidade com um pouco de cautela.

Boatos dizem que o êxito só foi possível graças a conexões entre o Príncipe e um ancião Gangrel de poder bestial, chamado de carrasco, que possui contatos com Lobisomens.

Os Garous se envolveram transformando o período de guerra ainda mais sangrento e perturbador.

Nenhum desperto teve maturidade suficiente para entender o que estava em jogo, muito menos escolher lados.

Cavaleiros que nos prestigiam, espero que as idéias sejam úteis. Desejo a vocês um feliz ano novo, que este 2011 proporcione a todos momentos maravilhosos.

Escolhendo um sistema…

Posted in ARTIGOS, CENÁRIOS, Recomendações, RPG, RPG, Vampiro - A Máscara with tags , , , , , , , , , , , on 27/12/2010 by Victor

GURPSAtaques inesperados de uma nave alienígena me impediram de estar aqui até agora, mas voltei!

Estou pensando em uma campanha e sempre a dúvida de qual sistema escolher. Ah sim, a idéia principal que criei pode ser transportada para qualquer sistema com pouco trabalho. Como ainda não a coloquei em prática, não a discutirei aqui, mas a idéia é discutir a flexibilidade de um sistema.

Como a idéia é sobre algo com um pouco de suspense em terror, elegi três principais sistemas que conheço para jogar: GURPS Space, Vampiro: A Máscara e Mundo das Trevas. E aí eu ouço a pergunta em coro: “GURPS? Qual a relação com os outros?”.  Resposta simples, GURPS é perfeito para qualquer coisa!

Mundo das Trevas, jogar com humanos é muito interessante, mas também o que pode fornecer a pior experiência para os jogadores. Então embora tenha cogitado ele, esquecido foi!

Vampiro: A MáscaraGURPS Space seria perfeito, um cenário que existem vários mundos e cada um pode se comportar de formas totalmente diferente. Problema que encontrei foi justamente a complexidade das regras de criação de personagem e desenvolvimento, principalmente para um grupo iniciante.

Vampiro: A Máscara foi o escolhido, além dos itens já citados, o sistema que eu mais conheço e tenho intimidade. Claro que isso facilita nas improvisações que irão acontecer no meio do jogo. Quanto mais confortável está com um sistema/cenário mais fácil é narrar livremente sem “medo” de errar. Outros pontos interessantes que me levaram a escolha deste foram o foco na interpretação e simplicidade das regras (que devo abolir na maioria!).

Mundo das TrevasE outros sistemas? Bom, Vampiro: O Réquiem eu não considerei por não ter terminado o livro. Mago: A Ascensão eu descartei por achar que não conseguiria atingir o grau de profundidade que eu queria! Lobisomem: O Apocalipse foi altamente cotado, mas me daria o triplo de trabalho, primeiro ajustar os conceitos de forma mais dramáticas e depois conhecer melhor o cenário. D&D eu até cogitei, mas o único que tenho é a terceira versão e minha história não se adequaria tão bem assim!

Claro que os critérios que usei se aplicam a história, experiência dos jogadores, minha experiência, simplicidade.

Reverse Space – Nash Kusanagi (PC)

Posted in CENÁRIOS, GURPS, Reverse Space, RPG with tags , , , , on 09/12/2010 by Victor

Faz tudo, Jogador Ramon.

Minha origem, eu não sei direito, a única coisa que me dizem, é que fui criado por um humano, chamado Dr. Kusanagi, fui projetado com o DA dele, por isso, tenho seu sangue, e posso chamá-lo de pai. Kusanagui também criou outro, ou melhor, outra, Motoko Kusanagi, como fez comigo, ele também usou o DNA dele. Motoko, é minha irmã gêmea, temos mesma aparência, altura peso força inteligência e agilidade, só nos diferenciamos no sexo. Sim, somos andróides.

Nunca chegamos a conhecer o Dr. Kusanagi, desde que me lembro, eu sou membro de um grupo composto apenas por robôs. Eles dizem que eram humanos, que tiveram seus corpos destruídos, e suas mentes presas em maquinas, minha Irma e eu somos os únicos “modelos perfeitos”. Criados para viver com humanos, estudá-los, e conhecê-los, nos fomos enviados para Celtico, com a simples missão: viver e aprender com humanos. Não havia mais nada em nossa programação, o resto era com a gente. Alugamos um pequeno apto, e procuramos empregos, eu comecei como fritador de hambúrguer na lanchonete do Joe, até que uma vez eu peguei uns assaltantes na rua, e os levei a policia. Logo fui convidado para me unir a eles, aceitei.

Motoko e eu fomos construídos com bela aparência (Dr. Kusanagi, tinha bom gosto), por isso, sempre chamamos a atenção do sexo oposto, mas como nós não tínhamos conhecimento sobre tal relação, nada fazíamos. Muitas horas lendo livros e mais livros, sobre amor, sexo e reprodução. O tempo passou, e minhas habilidades na policia chamaram a atenção dos federais, eles me queriam trabalhando no palácio da imperatriz, perguntei se haveria um lugar para minha irmã, eles a testaram, e obtiveram os mesmos resultados que conseguiram comigo. Impressionados, fomos contratados, e levados para presença da imperatriz. Ela se chamava Cristine, era uma mulher jovem e bonita. Quando lá eu estava, conheci umas pessoas, e a partir deste momento, minha vida mudaria para sempre.

Russel Nash, um homem de poucas palavras metido a durão, Jordam Mcfried, um exímio piloto de caça estrelar, Anabelle Moostar, um linda loira que pilotava grandes naves e por último Maya Amano, uma bela senhorita oriental, cujo meus circuitos faiscaram desde o primeiro encontro. Eu e minha maninha deveríamos nos juntar a eles, para uma missão de reconhecimento. Logo descobri que meus novos amigos não eram normais, possuíam poderes que nunca imaginei que os humanos tinham poderes da mente, ou psíquicos como eles dizem. Alem disso, usavam fantásticas armas, que mesmo a tecnologia super avançada de meus criadores não conhecia a espada de luz.

Mas as surpresas não acabaram por aí, logo encontramos um vilão, um tal de Kislev, possuía poderes parecidos com os dos meus amigos, só que bem maiores, queria raptar nossa querida imperatriz, mas com muito esforço, nos o assustamos, e ele foi embora. Eu tentei por mais que eu pude, mas um dia meus amigos descobriram a verdade sobre mim, e embora eles neguem, ficaram muito decepcionados com a verdade, especialmente Maya. Eu sempre visitava meus mestres para receber novas armas e upgrades, como a blindagem termo-ótica, a bio shot, e outros aparelhos e melhoras no meu corpo. Tais coisas me deixavam mais máquina, e menos humano, mas não era isso que eu queria, não era assim que eu me sentia.Fui criado para ser o humano perfeito, mas receio ter me tornado perfeito demais, eu queria fazer parte deles. Eu queria ser humano também. Eu olhava para o parque, papais e mamães passeando com seus filhos, e se divertindo, eu sentia falta de algo, eu queria saber, se um dia eu fui humano, ou se poderia ser….

Mesmo depois da verdade, a senhorita Maya, ainda era muito próxima de mim, eu pensava muito nela (o que causava um ciúme em Motoko), eu tinha que para com isso, eu era só uma maquina, mas ela discordava, dizia que eu era muito mais humano que muitos humanos que ela conhecia que eu era bom e me importava com os outros. Isso era bom de se ouvir, a senhorita Maya gostava mim, isso eu já percebi, mas não do jeito que eu gostava dela.Muitas missões se passaram e um dia conhecemos um cara chamado Billy Fett, parecia um cara legal, só que mais tarde, ele nos traiu, mas foi morto por um soldado sem importância chamado Haroldo.Ouve uma vez que Russel Nash foi morto, mas Maya o ressuscitou, sacrificando seus poderes.Ela fez isso por ele, quer dizer que ela o ama…só que não era bem isso, depois de uma conversa, Russel me disse que Maya era apaixonada por mim…falei com ela, e revelei meus sentimentos também.

Algum tempo depois, a sombra de Kislev voltou a nos assombrar, ou melhor, a Maya, o desgraçado a perseguia e queria matá-la, passei a morar com ela, para vigiá-la. Kislev voltou a aparecer, mas desta vez, Russel e eu o matamos. Junto com ele vieram umas criaturas gosmentas, que por algum motivo querem me destruir, mas nos cuidamos delas também. Até que um dia, eu recebi o maior dos upgrades que meus mestres poderiam me dar. Depois de muitas experiências, eles desenvolveram, um… er…uma genital masculina para mim…(SIM EU NÃO TINHA!!!) e é lógico que eu o testei assim que encontrei a Maya…

Com o passar do tempo, nos enfrentamos verdadeiras guerras, eu e meus amigos lutamos contra diversos inimigos, e no meio da das batalhas, Maya me presenteia com duas lindas filhas gêmeas!!! Seus nomes eram Mary e Jane. Depois disso, eu e Maya, resolvemos nos aposentar das aventuras, pois agora, temos uma coisa com que se preocupar, ou melhor, duas, as mais lindas que eu já vi, eu adoro sair com elas para passear no porque domingo de manha, estamos muito felizes, e para mim, chega de lutas, eu só quero paz, para viver com minha família, mas infelizmente, as coisas não funcionam assim…

Vampire Translation Guide

Posted in ARTIGOS, RPG, RPG, Vampiro - A Máscara, Vampiro - O Réquiem with tags , , , , , on 30/11/2010 by Victor

Vampire Translation Guide

Olá viajantes de todos continentes e galáxias, parece que a WW não aguentou deixar Vampiro: A Máscara de lado!

Um suplemento lançado agora Vampire Translation Guide permite a integração entre o Vampiro: A Máscara com Vampiro: O Réquiem, permitindo que um jogador utilize um personagem Malkaviano em Storytelling e vice-versa por exemplo.

Bom, algumas coisas interessantes: Link Oficial e onde podem solicitar o download (gratuito).

Voltando ao assunto, acho que é muito interessante para jogadores que insistem em levantar uma bandeira determinando que um seja melhor que o outro. No entanto impossível integrar algo sem perder as características básicas.

Como uma leitora que curte o clã Tremere e não quer deixá-lo de lado, este suplemento é perfeito, mas como este clã se integraria no novo cenário? Eles eram magos que assassinaram um Antediluviano? Calma, até onde eu li não há o conceito de Antediluviano no Vampiro: O Réquiem!

Dando uma olhada rápida no livro, ele é bem completo. Vale à pena conferir e baixar (free!), mas não exagerar na mistura dos dois. Talvez algumas disciplinas ou características sejam interessantes ou algo então abuse desde que disponha de tempo para tornar as coisas coerentes!

Não há problema de criar uma nova identidade para o teu jogo, mas é importante que ele tenha uma identidade. Forçar algo goela abaixo dos jogadores só porque é o mestre não é legal!

Fica a dica…

Começando a Narrar…

Posted in ARTIGOS, Recomendações, RPG, RPG with tags , , , , , , , on 25/11/2010 by Victor

Ah jovem cavaleiro que anda por estas aventuras, seria corajoso suficiente para encarar narrar uma partida? Sim acho que coragem é o fator decisivo, mas por quê?

Quando eu narro vampiro (e até alguns outros) eu sempre tive um problema: conhecer o território. Como vampiro usa um cenário similar ao nosso, se eu jogar em São Paulo (cidade que resido) com algum jogador que conheça vai me contrariar a cada 2 minutos! Em um cenário totalmente fantasioso criado por tu, qualquer coisa é irrefutável, mas quando usa de um livro ou baseado em um real… Como procuro cidades grandes eu já situo em algo tipo NY, onde meus jogadores não conhecem!

Outro ponto que pode dar uma dúvida é o fato de não saber as regras. Bom, sobre isto serei breve: E daí? As regras não são a base, lembre-se disto!

Financeiro, caro não é? Compre um mais barato, faça uma economia, peça de presente, use teu 13º…. Infelizmente como tudo em nosso país os livros são caros, mas só assim que poderemos manter as editoras publicando os livros. E ainda se já tiver um grupo você pode narrar um jogo que alguém já tem o livro.

Ter uma história, agora sim achou a base e a motivação.  Particularmente não gosto nem aconselho histórias criadas de cabo a rabo, muito trabalho e qualquer desvio dos personagens e toda ela pode ir por água abaixo. Gosto de criar acontecimentos que darão um caminho para a história, mas como eles são dispostos no jogo só descubro conforme tudo vai acontecendo. Gosto muito de improvisar também, quem disse que o futuro já está escrito?

Agora respeito entre todos é fundamental, até porque quem sentar como narrador tem a responsabilidade de manter todos os jogadores seguindo suas regras, poderíamos montar um ringue se os jogadores começassem a discutir todas as regras ou decisões do narrador!

Encare o novo, tente, valerá à pena! Na minha antiga mesa de jogo 85% dos jogadores também narravam!