Arquivo de dezembro, 2010

Escolhendo um sistema…

Posted in ARTIGOS, CENÁRIOS, Recomendações, RPG, RPG, Vampiro - A Máscara with tags , , , , , , , , , , , on 27/12/2010 by Victor

GURPSAtaques inesperados de uma nave alienígena me impediram de estar aqui até agora, mas voltei!

Estou pensando em uma campanha e sempre a dúvida de qual sistema escolher. Ah sim, a idéia principal que criei pode ser transportada para qualquer sistema com pouco trabalho. Como ainda não a coloquei em prática, não a discutirei aqui, mas a idéia é discutir a flexibilidade de um sistema.

Como a idéia é sobre algo com um pouco de suspense em terror, elegi três principais sistemas que conheço para jogar: GURPS Space, Vampiro: A Máscara e Mundo das Trevas. E aí eu ouço a pergunta em coro: “GURPS? Qual a relação com os outros?”.  Resposta simples, GURPS é perfeito para qualquer coisa!

Mundo das Trevas, jogar com humanos é muito interessante, mas também o que pode fornecer a pior experiência para os jogadores. Então embora tenha cogitado ele, esquecido foi!

Vampiro: A MáscaraGURPS Space seria perfeito, um cenário que existem vários mundos e cada um pode se comportar de formas totalmente diferente. Problema que encontrei foi justamente a complexidade das regras de criação de personagem e desenvolvimento, principalmente para um grupo iniciante.

Vampiro: A Máscara foi o escolhido, além dos itens já citados, o sistema que eu mais conheço e tenho intimidade. Claro que isso facilita nas improvisações que irão acontecer no meio do jogo. Quanto mais confortável está com um sistema/cenário mais fácil é narrar livremente sem “medo” de errar. Outros pontos interessantes que me levaram a escolha deste foram o foco na interpretação e simplicidade das regras (que devo abolir na maioria!).

Mundo das TrevasE outros sistemas? Bom, Vampiro: O Réquiem eu não considerei por não ter terminado o livro. Mago: A Ascensão eu descartei por achar que não conseguiria atingir o grau de profundidade que eu queria! Lobisomem: O Apocalipse foi altamente cotado, mas me daria o triplo de trabalho, primeiro ajustar os conceitos de forma mais dramáticas e depois conhecer melhor o cenário. D&D eu até cogitei, mas o único que tenho é a terceira versão e minha história não se adequaria tão bem assim!

Claro que os critérios que usei se aplicam a história, experiência dos jogadores, minha experiência, simplicidade.

Reverse Space – Nash Kusanagi (PC)

Posted in CENÁRIOS, GURPS, Reverse Space, RPG with tags , , , , on 09/12/2010 by Victor

Faz tudo, Jogador Ramon.

Minha origem, eu não sei direito, a única coisa que me dizem, é que fui criado por um humano, chamado Dr. Kusanagi, fui projetado com o DA dele, por isso, tenho seu sangue, e posso chamá-lo de pai. Kusanagui também criou outro, ou melhor, outra, Motoko Kusanagi, como fez comigo, ele também usou o DNA dele. Motoko, é minha irmã gêmea, temos mesma aparência, altura peso força inteligência e agilidade, só nos diferenciamos no sexo. Sim, somos andróides.

Nunca chegamos a conhecer o Dr. Kusanagi, desde que me lembro, eu sou membro de um grupo composto apenas por robôs. Eles dizem que eram humanos, que tiveram seus corpos destruídos, e suas mentes presas em maquinas, minha Irma e eu somos os únicos “modelos perfeitos”. Criados para viver com humanos, estudá-los, e conhecê-los, nos fomos enviados para Celtico, com a simples missão: viver e aprender com humanos. Não havia mais nada em nossa programação, o resto era com a gente. Alugamos um pequeno apto, e procuramos empregos, eu comecei como fritador de hambúrguer na lanchonete do Joe, até que uma vez eu peguei uns assaltantes na rua, e os levei a policia. Logo fui convidado para me unir a eles, aceitei.

Motoko e eu fomos construídos com bela aparência (Dr. Kusanagi, tinha bom gosto), por isso, sempre chamamos a atenção do sexo oposto, mas como nós não tínhamos conhecimento sobre tal relação, nada fazíamos. Muitas horas lendo livros e mais livros, sobre amor, sexo e reprodução. O tempo passou, e minhas habilidades na policia chamaram a atenção dos federais, eles me queriam trabalhando no palácio da imperatriz, perguntei se haveria um lugar para minha irmã, eles a testaram, e obtiveram os mesmos resultados que conseguiram comigo. Impressionados, fomos contratados, e levados para presença da imperatriz. Ela se chamava Cristine, era uma mulher jovem e bonita. Quando lá eu estava, conheci umas pessoas, e a partir deste momento, minha vida mudaria para sempre.

Russel Nash, um homem de poucas palavras metido a durão, Jordam Mcfried, um exímio piloto de caça estrelar, Anabelle Moostar, um linda loira que pilotava grandes naves e por último Maya Amano, uma bela senhorita oriental, cujo meus circuitos faiscaram desde o primeiro encontro. Eu e minha maninha deveríamos nos juntar a eles, para uma missão de reconhecimento. Logo descobri que meus novos amigos não eram normais, possuíam poderes que nunca imaginei que os humanos tinham poderes da mente, ou psíquicos como eles dizem. Alem disso, usavam fantásticas armas, que mesmo a tecnologia super avançada de meus criadores não conhecia a espada de luz.

Mas as surpresas não acabaram por aí, logo encontramos um vilão, um tal de Kislev, possuía poderes parecidos com os dos meus amigos, só que bem maiores, queria raptar nossa querida imperatriz, mas com muito esforço, nos o assustamos, e ele foi embora. Eu tentei por mais que eu pude, mas um dia meus amigos descobriram a verdade sobre mim, e embora eles neguem, ficaram muito decepcionados com a verdade, especialmente Maya. Eu sempre visitava meus mestres para receber novas armas e upgrades, como a blindagem termo-ótica, a bio shot, e outros aparelhos e melhoras no meu corpo. Tais coisas me deixavam mais máquina, e menos humano, mas não era isso que eu queria, não era assim que eu me sentia.Fui criado para ser o humano perfeito, mas receio ter me tornado perfeito demais, eu queria fazer parte deles. Eu queria ser humano também. Eu olhava para o parque, papais e mamães passeando com seus filhos, e se divertindo, eu sentia falta de algo, eu queria saber, se um dia eu fui humano, ou se poderia ser….

Mesmo depois da verdade, a senhorita Maya, ainda era muito próxima de mim, eu pensava muito nela (o que causava um ciúme em Motoko), eu tinha que para com isso, eu era só uma maquina, mas ela discordava, dizia que eu era muito mais humano que muitos humanos que ela conhecia que eu era bom e me importava com os outros. Isso era bom de se ouvir, a senhorita Maya gostava mim, isso eu já percebi, mas não do jeito que eu gostava dela.Muitas missões se passaram e um dia conhecemos um cara chamado Billy Fett, parecia um cara legal, só que mais tarde, ele nos traiu, mas foi morto por um soldado sem importância chamado Haroldo.Ouve uma vez que Russel Nash foi morto, mas Maya o ressuscitou, sacrificando seus poderes.Ela fez isso por ele, quer dizer que ela o ama…só que não era bem isso, depois de uma conversa, Russel me disse que Maya era apaixonada por mim…falei com ela, e revelei meus sentimentos também.

Algum tempo depois, a sombra de Kislev voltou a nos assombrar, ou melhor, a Maya, o desgraçado a perseguia e queria matá-la, passei a morar com ela, para vigiá-la. Kislev voltou a aparecer, mas desta vez, Russel e eu o matamos. Junto com ele vieram umas criaturas gosmentas, que por algum motivo querem me destruir, mas nos cuidamos delas também. Até que um dia, eu recebi o maior dos upgrades que meus mestres poderiam me dar. Depois de muitas experiências, eles desenvolveram, um… er…uma genital masculina para mim…(SIM EU NÃO TINHA!!!) e é lógico que eu o testei assim que encontrei a Maya…

Com o passar do tempo, nos enfrentamos verdadeiras guerras, eu e meus amigos lutamos contra diversos inimigos, e no meio da das batalhas, Maya me presenteia com duas lindas filhas gêmeas!!! Seus nomes eram Mary e Jane. Depois disso, eu e Maya, resolvemos nos aposentar das aventuras, pois agora, temos uma coisa com que se preocupar, ou melhor, duas, as mais lindas que eu já vi, eu adoro sair com elas para passear no porque domingo de manha, estamos muito felizes, e para mim, chega de lutas, eu só quero paz, para viver com minha família, mas infelizmente, as coisas não funcionam assim…